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Mês #8

Post mega atrasado, mas tá valendo!

Eu jurava que tinha passado incólume, que além das gordurebas e celulites totalmente reversíveis eu ia superar a gravidez com um “corpitcho” mais ou menos bacana, pero as temidas estrias surgiram! Não sei como nem quando, mas em um belo dia de praia, eu tentando me esticar um pouco no sol e o Tourinho anuncia: fofinha, acho que tu tens umas estrias na barriga! Pausa dramática para a minha cara que ficou ali enterrada na areia e louca para me olhar num espelho. Pois sim, mais ou menos meia dúzia de risquinhos vermelhos na parte de baixo da pança, e mais alguns poucos embaixo dos peitos. Já passei da fase de lamentação, mas né, “chatiada”…

Isso somado aos 4 quilos extra que resultaram num esporro da comadrona foi o top do oitavo mês!

O cansaço começou a pegar, a pessoa já não tem ritmo nenhum para caminhar e juntando com o estresse que foi este mês no trabalho, me dei conta de que já era hora de baixar o ritmo. Além disso a insônia está super forte, eu sempre fui assim, mas agora fico meio preocupada de não descansar o suficiente para cuidar da minha filhota. Menos mal que tínhamos a nossa semana de férias, que foi beeeeem tranquilinha, sem fazer nada mesmo, só ir na praia e na piscina e nada mais, mas com a decisão de na volta pedir uma licença e ir para casa, para ajeitar o curralzinho e cuidar de nós duas.

Continuo frequentando a piscina e as aulas de preparação para o parto, ótimas oportunidades de rir (e chorar) com outras barrigudas sobre tudo o que acontece conosco, e para ir tirando dúvidas, aprendendo truques e “novidades” do mundo materno, que mesmo lendo revistas e blogs a gente não aprende sozinho.

A ficha começou a cair de que dentro de muito pouco tempo vou ser mãe, e responsável por um serzinho, e isso é muito, mas muito louco. Tive até uma crise de choro, bem desafogando mesmo, pensando se vou “saber parir”, como vou me comportar como mãe, se saberemos o que fazer ao trazer o pacotinho para casa… Aliás, acho que tudo o que não chorei durante a gestação tenho despejado neste último trimestre. Tudo é motivo para abrir a torneirinha e molhar a cara. Ah, e falando em líquidos, a mijadeira é impressionante minha gente. Céus, como é possível a pessoa levantar da patente já com vontade de fazer xixi de novo? Pelo menos na madruga não são tantas vezes que tenho que levantar como no primeiro trimestre, mas andar na rua com uma sensação quase permanente de ter pipi é foda!

No próximo mês tenho resultados de exames e a última eco, que indicará o peso aproximado da bezerrinha, se ela está posicionada ou não, e se tudo pinta bem para o finalzinho da gravidez.

E a foto do barrigón:

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Mugindo alto

Ou “cá com os meus botoes”…

– comprei sutias de amamentaçao, porque já que tinha que comprar uns maiores e ia ter que gastar, pelo menos seriam úteis por mais meses: difícil achar um “menos feio” e que fique bem no corpo! Um me deixa parecendo uma senhora peitudona, e ainda por cima se escapa em praticamente qualquer decote. E o outro mais charmosinho me machuca! Pffff

– a pessoa se lambuza todo santo dia (e sou 0 disciplinada, portanto me custa muito) e mesmo assim as malditas estrias estao dando sinal…algumas novas nas tetas que já tinham um festival de rasgos da adolescência! êlêlê

– morro de sono nos momentos em que devo estar desperta, e fico completamente ligadona na hora de dormir, difícil descansar assim hein?

– e nao, o bezerrinho nao deu sinal ainda de estar correndo por esses prados, nao posso nem curtir coices…só para completar!

Tá, acabou a sessao resmungaçao, o próximo post será mais divertido, prometo! ;P

Mês #4

O estômago agora já se comporta melhor, praticamente não enjoo exceto com o cheiro do desengordurante que usamos para limpar a cozinha (insuportável) e quando estou com muita fome (mas quase não me permito chegar ao ponto da náusea). O que me chama a atenção é que tem dias que a digestão parece que está mais difícil, mesmo que eu coma coisas leves às vezes fico com aquele peso, aquele bolo que não desce direito… igualmente sigo sem vontade de comer doces (ninguém acredita que a formiga não quer açúcar) e alimentos pesados, mas pelo menos não precisa ser tudo gelado agora!

Pança em franca expansão, e recentemente me dei conta que o meu umbigo está mudando: agora já está mais raso e aberto. É meio bizarro isso, mas ossos do ofício. A linha Alba está começando a aparecer, ainda é bem fraquinha. As tetas da vaca são verdadeiros ubres, cada vez maiores, estou pensando seriamente em comprar sutiãs maiores e mais adequados… não quero nem ver quando esteja amamentando! E dá-lhe óleo Johnson’s para evitar as temidas estrias (recomendação da vacavó). Aliás, acho que é o óleo que me dá umas espinhazinhas e cravos nos peitos, mas dos males o menor.

Tive um resfriado bem fortinho este mês, e foi horroroso não poder contar com as drogas. E olha que não sou das mais hipocondríacas que corre para se automedicar, mas tem momentos em que umas pílulas são bem-vindas. Foi chá, cama e lá na finaleira, homeopatia quando eu já estava de saco cheio da catarreira.
Os passeios noturnos ao banheiro agora são toleráveis, uma ida ou nenhuma (\o/), e já não preciso atacar a geladeira na madruga. Isso sim, antes de dormir sempre rola um lanchinho. Praticamente não há maneira de dormir de bruços: antes era só por causa dos seios, mas a barriga já esmaga demais e incomoda.

Ainda não senti o bichinho se mexer, mas segundo as minhas leituras ele já pode nos ouvir. Quem sabe no próximo post já posso contar qual é a sensação de senti-lo pela primeira vez?

Registro do quarto mês:

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