Parindo na TV

Eu sempre adorei o mundo das grávidas, e bem antes de decidir virar tentante já acompanhava um programa bem bacana: One born every minute”  (aqui na Espanha é o “Un bebé por minuto” ) que mostra diferentes partos realizados em um hospital inglês, contando um pouco sobre cada família e mostrando todo o processo da chegada do bebê.

 

 

Como diz o tourinho, sempre interajo com os programas, rio e choro junto com mães e pais, me apavoro com os gritos de umas e invejo a tranquilidade de outras, presto atenção às expressões utilizadas no processo do parto e me informo sobre as opções que cada mãe tem. Mas ao ser um programa realizado na Inglaterra, fica um pouco complicado saber até que ponto eu poderia ter as mesmas condições, por isso fiquei bem animada quando decidiram rodar a versão espanhola “Baby Boom” . Os partos são todos realizados num hospital de Madri, e pelo pouco que vi já sei que tem coisas que não vou gostar do sistema público de saúde espanhol, como enxotar o pobre do pai quando precisam fazer algum procedimento na mãe ou em casos de cesárea de urgência. E não é justo nessas horas em que mais precisamos ter ao nosso lado o nosso parceiro?

Além de assistir todos os episódios, e fazer o tourinho ver junto, pretendo me informar tudo o que eu posso quando estiver grávida, encher o saco do pessoal do CAP (o posto de saúde ao que cada pessoa vai) e consultar toda e qualquer fonte de informação para garantir que vou ter o melhor parto possível. Aliás, a “mãe de espanhol”  pariu o niño dela no hospital onde gravam o programa, achei interessante a coincidência. Veremos como são as coisas aqui em Barcelona, mas muito diferente não serão. Saudades do meu plano de saúde e meu GO lindo e amado!

 

P.S. a monstra ainda não veio, portanto estou liberada para não cumprir a promessa de passar uns dias sem pensar no assunto!

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Um pensamento sobre “Parindo na TV

  1. Mas acredito que em caso de complicações retirar o pai da sala é quase uma regra “universal”.
    (em filmes também é sempre assim, pra confirmar mesmo só perguntando pra alguém que passou por iso e por ora o exemplo mais próximo está fora de questão :P)

    e sem essa de ficar encucada demais. aí que não rola mesmo. só porque a “monstra” (de onde tu tirou essa expressão? e “esponja”?) não veio, não quer dizer que tu deva fica “monotematizando” a tua vida, que nem vaca empacada! 😉

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