A decisão

Sempre quis ser mãe, desde que me conheço por gente gostava de brincar de estar grávida e até de dar o peito às minhas bonecas. Adoro as mulheres grávidas, acho uma das coisas mais lindas do mundo e tenho paixão por bebês. Não posso ver um barrigão ou um recém-nascido que já fico toda boba.

O tourinho sempre quis ser pai, não sei se brincava de “estar grávido”, mas sei que desde o início do nosso namoro já mostrava que queria que eu fosse a mãe dos filhos dele. Eu dizia que ainda era muito cedo porque tínhamos muito que fazer como casal, e chegava a me irritar quando ele cantava “pare de tomar a pílula” (aquela música maravilhosa do Odair José, o “terror das empregadas”). Mas eu sempre soube que ele seria o pai dos meus filhos, só não era a hora ainda.

No ano passado voltamos ao assunto do qual falamos em outros momentos, mas com uma vontade incrível de torná-lo realidade. Começamos uma nova fase, voltando a morar sozinhos depois de 3 anos dividindo apartamento (isso no exterior é comum) e no início de 2012 demos os primeiros passos. Pesamos os prós e os contras de termos um bebê longe das nossas famílias e batemos o martelo: estamos prontos. Quer dizer, prontos mesmo nunca estaremos, mas a decisão foi tomada e o processo iniciado.

Marcamos revisões médicas, estamos lendo tudo o que podemos para estar bem informados, e se estiver tudo ok com a vaquinha, dentro de pouco abriremos a fábrica de bezerrinhos.

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